África

Fome na África necessita de ajuda 'sólida e urgente', diz ONU
A SECA QUE AFETA OS PAÍSES DO CHIFRE DA ÁFRICA É A PIOR DOS ÚLTIMOS 60 ANOS.
SEGUNDO DIRETOR DA FAO, É PRECISO US$ 1,6 BILHÃO NOS PRÓXIMOS 12 MESES.
Da France Presse

A seca na África provocou uma "situação catastrófica que exige ajuda internacional sólida e urgente", declarou nesta segunda-feira (25) o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), Jacques Diouf, logo no início da reunião de emergência que se realiza em Roma.
"Temos que salvar vidas e reagir", afirmou Diouf, dizendo precisar de 1,6 bilhão de dólares nos próximos 12 meses e 300 milhões de dólares nos dois meses seguintes para atender às emergências da região.
A seca que afeta os países do chifre da África, a pior dos últimos 60 anos, ameaça 12 milhões de pessoas na Somália, assim como a população do Quênia, Djibuti, Sudão e Uganda.
A reunião foi convocada pela FAO a pedido da França, que atualmente preside o G20.
Banco Mundial
O Banco Mundial decidiu repassar US$ 500 milhões para ajuda de emergência aos mais afetados no Chifre da África, anunciou a instituição nesta segunda-feira, pouco antes da abertura, em Roma, da reunião para lutar contra a fome nesta região.
Esta quantia se soma aos US$ 12 milhões já desbloqueados para conceder uma ajuda imediata. "É importante agir rapidamente para diminuir o sofrimento humano, mas também estamos atentos às soluções em longo prazo", declarou o presidente do Bird, Robert Zoellick, em um comunicado.
25/07/2011 07h12 - Atualizado em 25/07/2011 09h17
Acessado em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/07/fao-fome-na-africa-necessita-de-ajuda-massiva-e-urgente.html

Resenha:
Os chamados problemas do mundo como:  seca, guerras civis, restrições à ajuda humanitária e caos político resultaram numa crise de fome que afeta milhões de pessoas que vivem na região conhecida como Chifre da África. A epidemia de fome já é considerada a pior deste século.
O continente africano é um dos continentes mais pobres da atualidade devido à grande exploração que sofreram durante o período colonial o que acarreta em problemas até os dias atuais. Este País vem enfrentando a maior seca dos últimos 60 anos e junto com a seca a fome consegue disseminar milhares de vida, crianças e adultos todos os dias morrem e passam por sérios graus de desnutrição por falta de qualquer refeição diária.
 A população como um todo esta sendo afetada pela falta de médicos e qualquer tipo de ajuda que não são possíveis chegar ate lá, agravando ainda mais doenças e aumentando a desnutrição que vem se agravando pela grande demora de atendimento médico e a falta de alimentação.
O Banco Mundial, nos últimos meses têm pensado em qual maneira ajudar o continente a acabar com esses dados e dias atrás fez uma doação de 500 milhões com o intuito não de acabar com toda essa seca mas sim contribuir para que seja evitado que mais pessoas percam suas vidas até que ajudas maiores pudessem chegar até lá.
A população Africana precisa urgentemente de ajuda, com doações de dinheiro, de alimentos, água e principalmente ajuda médica. Esse continente já mostrou que sozinho ele não conseguirá sair dessa, e solicita aos bancos de todo o mundo que se possível ajudar de qualquer maneira para tentar reduzir essas taxas, já que sanar o problema ainda não é possível.
Por: Lucas Azevedo

II Unidade



Acampamento 'ensina racismo' na África do Sul
23/03/2012 06h45 - Visualizado em 10/07/2012 13h30 - Fonte: G1

O documentário 'Afrikaner Blood' (Sangue Africandesas Elles van Gelder e Ilvy Njiokiktjien, ganhou o primeiro prêmio do concurso World Press Photo 2012 na categoria multimídia. O vídeo mostra adolescentes sul-africanos brancos que vão para um acampamento de verão organizado por um grupo racista de extrema-direita.
De acordo com as produtoras do documentário, o grupo Kommandokorps está ensinando garotos africâneres a 'evitar a visão de Nelson Mandela de uma nação arco-íris multicultural'.
'Muitas pessoas estão chocadas que isso exista na África do Sul - as imagens quase parecem que foram feitas no passado', disse Van Gelder à BBC.
O grupo é liderado por Franz Jooste, que foi major do Exército durante o Apartheid, regime de segregação racial que terminou em 1994 com a eleição de Mandela. As produtoras dizem que Jooste pretende criar uma nova geração de racistas, porque sua organização tem pouco suporte.
Após décadas de divisões raciais forçadas pelo governo, especialistas dizem que negros e brancos se entendem bem no país. No entanto, os negros dizem que permanecem marginalizados.
O documentário multimídia combina os vídeos de Van Gelder com as fotos de Njiokiktjien. A diretora diz que as imagens ajudam o espectador a interromper por alguns momentos o vídeo para prestar atenção nas declarações do fundador do Kommandokorps, que são 'duras e intrigantes'.

Acessado em :http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/03/acampamento-ensina-racismo-na-africa-do-sul.html
12/07/2012

Resenha
O documentário 'Afrikaner Blood' (Sangue Africâner, em português), das holandesas Elles van Gelder e Ilvy Njiokiktjien,ganhou o primeiro prêmio do concurso World Press Photo 2012 na categoria multimídia. O filme mostra jovens de extrema direita, brancos, oriundo do sul da Africa em um acampamento de verão organizados com práticas extremamente rascistas.
De acordo com as produtoras do documentário, o grupo Kommandokorps está ensinando garotos africâneres a 'evitar a visão de Nelson Mandela de uma nação arco-íris multicultural'.
O grupo de racistas se baseia em seu lider Franz Jooste, que foi major do Exército durante o Apartheid, regime de segregação racial que terminou em 1994 com a eleição de Mandela. As produtoras dizem que Jooste pretende criar uma nova geração de racistas,o que tem gerado uma grande preocupação em um país que é predominantemente negro, porém testemunhas afirmam que a organização tem pouco suporte.
Os governantes da África do Sul ainda afirmam que após décadas de segregação racial entre brancos e negros no país esta prática não existe mais, e que ambos vivem em paz, porém a população negra está convencida que é marginalizada e não possui nenhum direito no país.
Por: Lucas Azevedo




CENTENAS DE ESTUDANTES ENTRAM EM CONFLITO COM A POLÍCIA NO SUDÃO

   Centenas de estudantes entraram em conflito com a polícia nesta quarta-feira em Cartum, capital do Sudão, durante protestos que exigiam a queda do presidente do país, Omar al Bashir.
   Segundo testemunhas, o conflito aconteceu quando alunos da Universidade de Cartum tentaram sair do campus para iniciar uma manifestação. A polícia usou balas de borracha e gás lacrimogêneo para conter os estudantes.
   Os manifestantes, que responderam atirando garrafas vazias e pedras contra os policiais, gritavam palavras de ordem como "o povo quer a queda do governo" e "não à ditadura".
   Por sua vez, o presidente do país disse, durante a inauguração de uma fabrica de açúcar no centro do Sudão, que as manifestações contra seu governo não fazem parte da "primavera árabe", que tem derrubado vários regimes árabes nos dois últimos anos.
   "Não há primavera árabe no Sudão, mas um verão muito quente que queimará os inimigos. Quem deseja essa primavera no país não a verá, porque vivemos um verão que arde", disse Bashir.
   Os protestos, que já se estendem por um mês, se intensificaram depois que as autoridades anunciaram um plano de austeridade devido à crise econômica que assola o país desde que o Sudão do Sul proclamou sua independência, há um ano.


FONTE : http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5892451-EI17615,00-Centenas+de+estudantes+entram+em+conflito+com+a+policia+no+Sudao.html

ACESSO :   12 De Julho de 2012

Resenha
Em mais uma das manifestações estudantis ocorrida pelo mundo, centenas de estudantes se reúnem para protesto com a intenção da queda do presidente  Omar al Bashir na capital do Sudão, a polícia em contra protesto tentou conter a manifestação com Bala de borracha e gás lacrimogênio.
O impasse ocorreu logo quando os estudantes começaram a sair do Campus da Universidade de Cartum para começar seu manifesto, segundo testemunhas, a primeiro modo era pra ser um movimento pacífico e que a polícia agrediu os estudantes sem necessidade.
Mediante a agressão, os estudantes, que responderam atirando garrafas vazias e pedras contra os policiais, gritavam palavras de ordem como "o povo quer a queda do governo" e "não à ditadura".
Os protestos já se estendem por um mês, se intensificaram depois que as autoridades anunciaram um plano de austeridade devido à crise econômica que assola o país desde que o Sudão do Sul proclamou sua independência, há um ano.
Por: Lucas Azevedo




África do Sul em parceria com Brasil para irradicar pobreza
2012-04-11 09:59:02 cri

A ministra do Desenvolvimento Social da África do Sul, Bathabile Dlamini, anunciou nesta terça-feira (10) que o país vai cooperar com o Brasil na procura de soluções para diversos desafios, particularmente a pobreza e a fome.

Dlamini confirmou que os dois países chegaram a um acordo em Pretori, capital administrativa sul-africana. O Brasil deverá oferecer assistência na erradicação da pobreza do país, mas não foram reveladas as verbas envolvidas. O país africano vai aplicar as bem-sucedidas medidas já anteriormente aplicadas pelo governo brasileiro.

A ministra lembrou que o projeto "Fome Zero" e os planos que visam tirar 162 milhões de pessoas de situação de pobreza, lançados pelo governo brasileiro, têm conseguido resultados notáveis. Essas são experiências preciosas que devem ser tomadas como referências.

Ela destacou ainda que, somente reforçando cooperações, os países em desenvolvimento podem enfrentar os desafios para alcançar o desenvolvimento econômico e social.

Tradução: Shi Xiaomiao

Revisão: Miguel Torres
http://portuguese.cri.cn/561/2012/04/11/1s149115.htm

Resenha:


África do Sul se espelha em medidas tomadas no Brasil para a erradicação da pobreza

Em reunião ocorrida em Pretori,capital sul-africana do desenvolvimento social da África do Sul, Bathabile Dlamini, anunciou que o Brasil ajudará a Africa com seus projetos de erradicação da pobreza com medidas que já foram tomadas no Brasil e já tiveram sucesso.

Não foi citado na reunião valores ou taxas, apenas que o Brasil ajudará a Africa com seu problema mundial, as medidas que serão utilizadas na Africa muito se baseiarão nas medidas utilizadas pelo governo brasileiro que já foram bem sucedidas, como por exemplo, '' FOME-ZERO'".

Foi observado pela ministra que os projetos utilizados pelo governo brasileiro estão sendo bem sucedidos e por isso devem ser muito bem aproveitados pela Africa do sul tendo esses projetos como referência de perfeição.

Outra observação foi que os paises em desenvolvimento devem se aliar para que juntos possam enfrentar os problemas comuns e com isso possam alcançar o tão almejado desenvolvimento economico e social.

Por: Lucas Azevedo
03 de Maio de 2012

 




Crescimento da população urbana da Ásia e África representará 86% do crescimento mundial

2012-04-06 11:15:43 cri

De acordo com a Perspectiva de Urbanização Mundial de 2011, divulgada nesta quinta-feira (5) pelas Nações Unidas, até 2050 o crescimento da população urbana da Ásia e África representará 86% do total global. As previsões apontam para um crescimento da população urbana chinesa em 341 milhões de pessoas, o segundo maior aumento do mundo.

Em África, a população urbana deverá crescer dos 414 milhões registrados em 2011 para 1,2 bilhões. O total asiático subirá de 1,9 bilhões para 3,3 bilhões de pessoas. Entre os países com maior crescimento encontram-se a Índia, China, Nigéria, Estados Unidos e Indonésia.

Tradução: Shi Xiaomiao

Revisão: Miguel Torres
http://portuguese.cri.cn/561/2012/04/06/1s148885.htm
 

Resenha:

Ásia e África representarão 86% do crescimento da população urbana até 2050.

Continentes como Ásia e África irão representar 86% do crescimentos da população urbana de acordo com a perspectiva da Urbanização mundial de 2011 divulgada pelas Nações Unidas. De acordo com o orgão a China terá o segundo maior crescimento da população urbana do mundo, sendo apontado um crescimento de 341 milhoes de pessoas.

Paises esses que têm atualmente grande importancia na geopolitica mundial se tornarão ainda mais participativos, os dados apontam para um aumento da África de 414 milhões que foram registrados em 2011 para 1,2 bilhões em 2050.

Esses aumentos acarretarão em muitas mudanças na ecônomia mundial por exemplo pois um pais com maios quantidade de pessoas por exemplo consome muito mais, os que apresentam maior perpectiva de crescimento urbano são; India, China, Nigeria e Estados Unidos.

Por : Lucas Azevedo
03 de Abril de 2012

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