Mar mais ácido pode afetar alimentos e turismo na Oceania, diz cientista
TRATADO COMO 'OSTEOPOROSE DO MAR', PROBLEMA AFETA CORAIS DA AUSTRÁLIA. ABSORÇÃO DE CO2 DA ATMOSFERA POR OCEANOS TORNA ÁGUA MAIS ÁCIDA.
A diretora de uma agência científica norte-americana afirmou nesta segunda-feira (9) que a acidificação dos oceanos é uma das maiores ameaças aos recifes de corais e age como uma doença – a “osteoporose do mar”, nas palavras dela – que pode afetar desde a capacidade de produção de alimentos até o potencial turístico de cada região.
Jane Lubchenco, diretora da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA, na sigla em inglês), participa do Simpósio Internacional de Recifes de Corais, em Cairns, na Austrália.
Os oceanos absorvem o excesso de dióxido de carbono na atmosfera, o que torna a água mais ácida. Estruturas rígidas como as conchas de ostras e o esqueleto dos corais são as mais afetadas pela alteração. Por isso, Lubchenco comparou o efeito à osteoporose, que é uma doença que fragiliza os ossos.“Temos um tipo de tempestade de fatores de estresse de múltiplos lugares realmente golpeando os recifes ao redor do mundo”, afirmou a pesquisadora. “É uma situação muito séria”, completou.
Além da composição de alguns animais, a nova química dos oceanos pode alterar os sentidos de seres marinhos. Pesquisas indicam que o salmão e o peixe-palhaço, entre outros peixes, podem adotar novas rotas de nado devido a mudanças em seu olfato
“O dióxido de carbono que colocamos na atmosfera vai continuar a ser absorvido pelos oceanos por décadas”, afirmou Lubchenco. “Vai levar um bom tempo até que a gente consiga estabilizar e mudar a direção das mudanças simplesmente porque a atmosfera e os oceanos são muito grandes”, concluiu.
Link:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/07/mar-mais-acido-pode-afetar-alimentos-e-turismo-na-oceania-diz-cientista.html
Link:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/07/mar-mais-acido-pode-afetar-alimentos-e-turismo-na-oceania-diz-cientista.html
Resenha:
A diretora de uma agência científica norte-americana afirmou que o produto da acidificação dos oceanos está sendo uma das maiores ameaças ao potencial turístico e até mesmo a produção de alimentos da região da Oceania, a “osteoporose do mar”, nome dado por moradores é o principal problema dos últimos dias.
Os oceanos absorvem o excesso de dióxido de carbono na atmosfera, o que torna a água mais ácida. Estruturas rígidas como as conchas de ostras e o esqueleto dos corais são as mais afetadas pela alteração. Por isso, Lubchenco comparou o efeito à osteoporose, que é uma doença que fragiliza os ossos.“Temos um tipo de tempestade de fatores de estresse de múltiplos lugares realmente golpeando os recifes ao redor do mundo”, afirmou a pesquisadora. “É uma situação muito séria”, completou.
O grande malefício dessa atividade além da composição de alguns animais, a nova química dos oceanos pode alterar os sentidos de seres marinhos, o que pode ocasionar quantidades exorbitantes de animais mortos. Pesquisas indicam que o salmão e o peixe-palhaço, entre outros peixes, podem adotar novas rotas de nado devido a mudanças em seu olfato, com isso peixes que adotem novas rotas por exemplo podem passar por águas mais frias e não suportar o frio.
Segundo algumas autoridades da Oceania, medidas devem ser tomadas em breve para que os efeitos sejam menores, ou menos impactantes do que os que já estão ocorrendo.
Por : Lucas Azevedo
Estado australiano autoriza matar tubarões que ameaçarem banhistas
27 de setembro de 2012 • 08h22 • atualizado às 08h44
Após uma onda de ataques de tubarões, o Estado da Austrália Ocidental anunciou medidas para diminuir o risco de novos incidentes em praias públicas, incluindo matar animais que oferecerem ameaça aos banhistas.
Acredita-se que muitos dos ataques tenham sido feitos por tubarões-brancos, que são protegidos por uma lei federal na Austrália. Anteriormente, autoridades haviam autorizado que se matasse o animal apenas durante ou após um ataque. A diferença agora é que essa permissão seria dada quando houvesse risco iminente de um ataque.
O pacote apresentado pelo governo do Estado, de pouco mais de R$ 14 milhões, também apresentou medidas como o uso de jet skis para os salva-vidas, programas de conscientização da comunidade e, até mesmo, implantar sensores de rastreamento por GPS nos tubarões que poderiam monitorá-los em tempo real.
Os novos recursos também vão aumentar a pesquisa sobre os tubarões. O governo chegou a cogitar o abate dos animais, mesmo os que não oferecessem perigo imediato, mas voltaram atrás após protestos de grupos ambientalistas.
"Estas novas medidas vão não somente nos ajudar a entender o comportamento dos tubarões, mas também oferecer aos banhistas mais proteção e confiança durante este verão que se aproxima", declarou o governador do Estado, Colin Barnett.
O anúncio veio depois que seis ataques, cinco deles fatais, foram registrados no Estado neste ano, que fica localizado na costa oeste da Austrália. O mais recente aconteceu no mês passado, quando um homem sofreu ferimentos no abdômen e no braço em um incidente a cerca de mil quilômetros da capital do Estado, Perth.
FONTE : http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6183683-EI17616,00-Estado+australiano+autoriza+matar+tubaroes+que+ameacarem+banhistas.html
Acesso em : 05 / 10 / 2012
resenha:
O governo do estado da Austrália Ocidental resolveu adotar alguns métodos para diminuir o risco de novos incidentes em praias públicas, incluindo matar animais que oferecerem ameaça aos banhistas.
Mais até onde chegar com a matança de animais é a principal polemica acerca do assunto a uma estimativa que a maioria dos ataques tenham sido feitos por tubarões-brancos, que são protegidos por uma lei federal na Austrália. Lei esta que afirmava que se matasse o animal apenas durante ou após um ataque era completamente permitido. O grande problema é que é que essa permissão seria dada quando houvesse risco iminente de um ataque, então animais ainda estariam trafegando por praias movimentadas.
O pacote apresentado pelo governo do Estado, de pouco mais de R$ 14 milhões, também apresentou medidas como o uso de jet skis para os salva-vidas, programas de conscientização da comunidade e, até mesmo, implantar sensores de rastreamento por GPS nos tubarões que poderiam monitorá-los em tempo real, todas essas medidas são para que não seja necessário que ocorra a tal matança destes animais.
O governo chegou até a cogitar o abate dos animais, mesmo os que não oferecessem perigo imediato, mas voltaram atrás após protestos de grupos ambientalistas, foi então que tais atitudes foram tomadas, por conta de pressão tanto dos banhistas quanto ao risco que corriam na costa, quanto aos ambientalistas, que não aceitavam de maneira alguma o abate dos animais.
Por: Lucas Azevedo
II Unidade
Austrália: demanda por trigo continua mesmo com preços altos
06/07/2012 14h45 - Visualizado em 11/07/2012 17h20 - Fonte: G1Camberra, 06 - Preocupações com as condições climáticas estão puxando para cima os preços globais do trigo e estimulando a demanda pelo grão australiano, com estimativa de exportações fortes pelo menos até a nova safra em novembro, disse Tom Puddy, chefe de comércio de grãos da Cooperativa de Atacado (CBH, na sigla em inglês).
Há muita demanda por trigo da Austrália com as preocupações relativas às lavouras no Hemisfério Norte e problemas logísticos no Mar Negro, segundo Puddy. A CBH é uma das maiores exportadoras de trigo do mundo, com negócios do grão estimados em US$ 40 bilhões neste ano.
Os preços do trigo aumentaram na Bolsa de Chicago (CBOT) nas últimas semanas. "Não é pânico ou medo, mas os consumidores ainda precisam cobrir suas necessidades de curto prazo e não podem esperar para sempre pensando que o preço vai cair. Então, em algum estágio, eles precisam comprar", acrescentou.
A demanda da China tem diminuído em relação ao ano passado, mas o Sudeste Asiático e o Oriente Médio "renovaram seu interesse", disse. "A logística apertada no Mar Negro está criando um pouco de bolha no Oriente Médio, onde eles estão tentando cobrir posições no curto prazo." As informações são da Dow Jones.
Link:http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/07/australia-demanda-por-trigo-continua-mesmo-com-precos-altos.html
Acessado em: 10/07/2012
Resenha
Certas preocupações estão aumentando os preços da saca de trigo, as condições climáticas são o motivo deste aumento, com esse aumento o grão australiano está com estimativa de exportações fortes pelo menos até a nova safra em novembro, disse Tom Puddy, chefe de comércio de grãos da Cooperativa de Atacado (CBH, na sigla em inglês).
Há uma grande demanda por trigo da Austrália mesmo com essas preocupações relativas às lavouras no Hemisfério Norte e problemas logísticos no Mar Negro, segundo Puddy. A CBH é uma das maiores exportadoras de trigo do mundo, se não for a maior, com negócios do grão estimados em US$ 40 bilhões neste ano.
Os preços do trigo tenderam a um aumento na Bolsa de Chicago (CBOT) nas últimas semanas. "Não é pânico ou medo, mas os consumidores ainda precisam cobrir suas necessidades de curto prazo e não podem esperar para sempre pensando que o preço vai cair. Então, em algum estágio, eles precisam comprar", acrescentou Puddy.
A grande demanda da China, considerada como uma das maiores do mundo tem diminuído em relação ao ano antecessor, mas o Sudeste Asiático e o Oriente Médio "renovaram seu interesse", disse Puddy. "A logística apertada no Mar Negro está criando um pouco de bolha no Oriente Médio, onde eles estão tentando cobrir posições no curto prazo." As informações são da Dow Jones.
Por Malone Monteiro
Austrália antecipa retirada de tropas do Afeganistão para 2013.
17/04/2012 07h51 - Atualizado em 17/04/2012 07h51
A Austrália vai retirar a maior parte de suas tropas do Afeganistão em 2013, um ano mais cedo que o previsto no calendário fixado pela Otan para a saída das forças da coalizão internacional, informou nesta terça-feira (17) a primeira-ministra australiana, Julia Gillard.
Apesar da perda de 35 soldados desde 2001, a Austrália garantiu, em várias ocasiões, que respeitaria o calendário de retirada completa fixado pela Otan para o final de 2014.
Canberra tem no momento 1.500 soldados no Afeganistão. A missão da Otan reúne 130 mil militares para apoiar o governo do presidente Hamid Karzai contra a insurgência talibã.
Gillard detalhará sua decisão no próximo mês, na cúpula da Otan em Chicago.
A retirada começará quando o presidente Karzai der o sinal verde para a transferência da segurança às forças nacionais na província de Uruzgan, onde está estacionada a maior parte do contingente australiano.
A decisão do presidente Karzai é esperada para "os próximos meses" e a retirada deve demorar de 12 a 18 meses, destacou Gillard.
Este prazo é um "ponto de referência crucial para as forças internacionais, que poderão passar a um papel de apoio no Afeganistão".
No domingo, ataques coordenados lançados pelos talibãs contra a capital Cabul e outras partes do Afeganistão deixaram 51 mortos, incluindo membros das forças de segurança, civis e 36 rebeldes.
O ataque a Cabul foi o assalto coordenado mais importante contra a capital afegã em dez anos de guerra, desde que os talibãs foram expulsos do poder na invasão dirigida pelos Estados Unidos, no fim de 2001.
Fonte : http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/04/australia-vai-retirar-tropas-do-afeganistao-em-2013.html
Data de acesso: 19 de Abril de 2012
Resenha
A Australia planeja retirar suas tropas do Afeganistão mais cedo do que o previsto, em 2013, um ano mais cedo que o previsto no calendário fixado pela Otan para a saída das forças da coalizão internacional, afirmou a primeira-ministra australiana, Julia Gillard. Gillard detalhará sua decisão no próximo mês, na cúpula da Otan em Chicago.
A retirada tem previsão para início quando o presidente Karzai autorizar para o começo da transferência da segurança às forças nacionais na província de Uruzgan, onde está estacionada a maior parte do contingente australiano.
A decisão instantânea do presidente Karzai é esperada para "os próximos meses" e a retirada deve demorar de 12 a 18 meses, destacou Gillard.
Esta data é como um "ponto de referência crucial para as forças internacionais, que poderão passar a um papel de apoio no Afeganistão".
Por: Malone Monteiro
China e Nova Zelandia devem aprofundar cooperação pragmática, afirma Jia Qinglin
O presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CCPPCh), Jia Qinglin, que está em visita à Nova Zelândia, afirmou nesta segunda-feira (16) que os dois países devem aprofundar as cooperações pragmáticas.
Ao conversar com o primeiro-ministro em exercício, Bill English, Jia Qinglin reiterou que este ano marca o 40º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre as duas nações. Ambas devem aproveitar o acordo de livre comércio, a fim de alcançar a meta de 20 bilhões de dólares neozelandeses em transações bilaterais até 2015. A China apóia o empenho da Nova Zelândia nos assuntos internacionais e regionais.
Bill English assinalou que seu país está disposto a reforçar as cooperações política, econômica, comercial, educacional, turística e aérea.
Ao ser recebido pelo novo presidente parlamentar da Nova Zelândia, Lockwood Smith, Jia Qinglin ressaltou que a Conferência Consultiva Política do Povo Chinês quer reforçar os intercâmbios e cooperações com o parlamento neozelandês.
Tradução: Catarina Wu
Resenha:
Nova Zelândia e China selam acordos para aprofundar as relações.
Este ano de 2012 é o ano do 40ª aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, Nova Zelândia e China. Jia Qinglin, Presidente da conferência consultiva política do povo Chinês (CCPPCh) esteve na Nova Zelândia no mês de Abril e propôs aprofundar nas relações pragmáticas entre eles, que seria, a cooperação das atividades a serem realizadas com êxito, ação prática das relações.
A China propôs livre comércio entre elas, a fim de alcançar cerca de 20 bilhões de dólares da Nova Zelândia em transações bilaterais até o ano de 2015. Além disso, a China sempre apoiou o empenho da Nova Zelândia nos assuntos internacionais e regionais.
Os projetos chineses é aumentar a cooperação política, social, econômica, educacional, comercial, turística e aérea entre as nações. As Propostas de Jia Qinglin foram expostas e bem aceitas pelo presidente Neozelandês Lockwood Smith, reforçando o intercâmbio e as cooperações.
Malone Monteiro – 3ª ano TA
Austrália planeja retirar tropas do Afeganistão no ano que vem
17/4/2012 às 9h0 - Atualizado em 17/4/2012 às 11h25
Sydney, 17
- A Austrália planeja começar a retirar suas tropas do Afeganistão em 2013, um ano antes do inicialmente previsto, disse hoje a primeira-ministra Julia Gillard.
O anúncio vem em um momento difícil para as forças de segurança no Afeganistão, após os insurgentes, fortemente armados, lançarem uma série de ataques na capital Cabul e em todo o país no fim de semana. Os rebeldes lançaram uma ofensiva agressiva, em um esforço para complicar os planos dos EUA de transferir o controle da segurança às forças afegãs nos próximos dois anos.
Gillard afirmou que a segurança está melhorando em todo o Afeganistão, onde as tropas da Austrália contam com 1,5 mil militares, principalmente na província de Uruzgan. As forças australianas continuarão a oferecer serviços de treinamento para as forças de segurança nacionais afegãs, que Gillard descreveu como "cada vez mais capazes".
No futuro, "a mineração, a educação e a agricultura será setores cruciais - todas as áreas em que a Austrália poderá oferecer algum conhecimento técnico", completou Gillard. Os EUA têm cerca de 91 mil soldados no país asiático e querem reduzir esse número para menos de 68 mil até o fim do ano.
O anúncio vem em um momento difícil para as forças de segurança no Afeganistão, após os insurgentes, fortemente armados, lançarem uma série de ataques na capital Cabul e em todo o país no fim de semana. Os rebeldes lançaram uma ofensiva agressiva, em um esforço para complicar os planos dos EUA de transferir o controle da segurança às forças afegãs nos próximos dois anos.
Gillard afirmou que a segurança está melhorando em todo o Afeganistão, onde as tropas da Austrália contam com 1,5 mil militares, principalmente na província de Uruzgan. As forças australianas continuarão a oferecer serviços de treinamento para as forças de segurança nacionais afegãs, que Gillard descreveu como "cada vez mais capazes".
No futuro, "a mineração, a educação e a agricultura será setores cruciais - todas as áreas em que a Austrália poderá oferecer algum conhecimento técnico", completou Gillard. Os EUA têm cerca de 91 mil soldados no país asiático e querem reduzir esse número para menos de 68 mil até o fim do ano.
Data de Acesso: 18/04
Austrália oferece capacitação de soldados afegãos e pensam em retirar suas tropas do país asiático em 2013
A Austrália tem planos para retirar suas tropas militares do Afeganistão. O país asiático recebe essa notícia num momento difícil, pois o país recebeu vários ataques ofensivos no mês de abril deste ano na capital Cabul.
Os planos da Austrália em sair do Afeganistão são imediatos, em 2013 já estão querendo retirar suas tropas de lá, afirma Julia Giliard, primeira-ministra. Existem hoje 1,5 mil militares Australianos no Afeganistão. Giliard impõe novamente, "a segura do país asiático está melhorando a cada dia". A Austrália irá se retirar, mas antes que isso aconteça, as forças australianas continuarão oferecendo treinamentos para capacitar militares afegãos a conseguir assegurar o país, que a cada dia que passa, estão se tornando mais capazes e independentes da ajuda de outras forças.
A Austrália ainda promete que, todos os setores que sejam conhecidos por ela como, a mineração, a educação e a agricultura, no futuro, serão todos oferecidos para o Afeganistão em busca do aumento do conhecimento deles.
Os Estados Unidos também pretende retirar boa parte dos seus militares do país asiático no fim deste ano mesmo. Tendo no Afeganistão cerca de 91 mil soldados e pretendem reduzir o numero para 68 mil soldados, e, a cada vez que o Afeganistão for se capacitando militarmente a redução de soldados de outras forças vizinhas serão abandonadas, é claro que os EUA jamais abandonará de vez o Afeganistão. O País americano tem comissões militares em todo canto do mundo.
Malone Monteiro – 3ª ano TA
Nenhum comentário:
Postar um comentário