Ásia


12/07/2012 08h45 - Atualizado em 12/07/2012 08h45

FAO: o número de pessoas com fome se reduziu a 868 milhões no mundo
ROMA, 9 Out 2012 (AFP) -O número de pessoas que sofrem com a fome no mundo se reduziu nos últimos anos a 868 milhões, informou nesta terça-feira a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), que também advertiu que essa cifra continua sendo inaceitável e que os avanços na luta contra a desnutrição registraram uma desaceleração. Em seu mais recente relatório sobre "O estado da insegurança alimentar no mundo", a FAO assinala que no período 2010-2012 foram registradas 868 milhões atingidas pela "subnutrição crônica". Esse número representa 12,5% da população mundial ou uma em cada oito pessoas, destaca o informe, que denuncia uma subnutrição inaceitavelmente alta. Dessa maneira, a cifra global marca uma diminuição em relação a 2010, quando a subnutrição afetava 925 milhões de seres humanos, e a 2009, quando a FAO anunciou que o número de pessoas com fome superou um bilhão. "A maioria dos progressos foi obtida antes de 2007-08. Desde então, os avanços em nível mundial na redução da fome se desaceleraram e se estabilizaram", constata. Essa desaceleração se deve a várias razões como "a crise econômica mundial, a alta dos preços dos alimentos, a crescente demanda de bicombustíveis, a especulação sobre matérias-primas alimentares ou mudanças climáticas", enumerou o diretor-geral da FAO, Jomo Sundaram. Segundo o estudo, dos 868 milhões de pessoas desnutridas no período 2010-2012, a enorme maioria - 852 milhões - vive em países em desenvolvimento, onde a subnutrição atinge atualmente 14,9% da população.
Data de acesso: 09/10/2012
Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2012/10/09/fao-o-numero-de-pessoas-com-fome-se-reduziu-a-868-milhoes-no-mundo.jhtm


Resenha: 
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), informa dia 09 de setembro de 2012 que ouve uma queda na taxa de pessoas que passam fome no mundo, em relaçao a ultima contagem, no ano de dois mil e dez, o número de pessoas que sofrem com a fome no mundo se reduziu nos últimos anos a 868 milhões, o que é um fator positivo para o mundo, não para a FAO, que considera estes numeros ainda muito altos e uma desaceleração desta queda de pessoas de deixam de passar fome.
Para a organização, por conta de crizes econômicas mundiais e alimentos com preços exagerados impulsionam a cada vez menos pessoas deixarem de passar fome, outro problema são as mudanças climaticas, o que aumenta a excasses dos alimentos.
O diretor-geral da FAO, Jomo Sundaram ainda afirma, que muito deve ser feito se houver pretenção de que as pessoas deixem de passar fome, e um deles é o estudo de como consumir corretamente e redividir corretamente os alimentos que são produzidos no mundo.
Por : Lucas Azevedo



II Unidade
China está disposta a fortalecer o diálogo com os EUA
France Presse

12/07/2012 08h45 - Atualizado em 12/07/2012 08h45

PHNOM PENH, 12 Jul 2012 (AFP) -A China está disposta a fortalecer o diálogo com os Estados Unidos e construir relações mais serenas, declarou nesta quinta-feira o chanceler chinês, à margem de uma reunião regional sobre segurança em Phnom Penh, onde se encontrou com sua colega americana.
"A China e os Estados Unidos continuaram progredindo este ano", afirmou Yang Jiechi depois de se reunir com a secretária de Estado americana Hillary Clinton.
"Nós chegamos a um acordo para discutir a construção de um novo tipo de relação. A China está disposta a trabalhar com os Estados Unidos para manter e fortalecer nosso diálogo".
Por sua parte, Clinton também elogiou a qualidade desse encontro, referindo-se às iniciativas conjuntas e destacou os esforços de socorro em caso de catástrofe ou epidemia como um "sinal importante de que os Estados Unidos e a China não apenas podem trabalhar, como trabalharão juntos na Ásia".
As ambições territoriais de Pequim no Mar da China Meridional estão no centro desta cúpula, durante a qual o sudeste asiático - incluindo vários aliados importantes dos americanos - defende uma resolução multilateral das questões regionais frente a Pequim.
Acessado em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/07/china-esta-disposta-a-fortalecer-o-dialogo-com-os-eua.html
12/07/2012

Resenha
A china toma passo para aproximação e relação mais pacifica com os Estados Unidos, essas mudanças foram citadas  a beira da reunião regional sobre segurança em Phnom Penh, onde se encontrou com sua colega americana.
Com a perspectiva que a China assim como os Estados Unidos estão progredindo este ano, a Yang Jiecch afirma que chegaram um acordo para construir um novo tipo de relação, e que a China está disposta a trabalhar com os Estados Unidos para se fortalecerem.
A secretáriade Estado Americana Hillary Clinton aprovou este encontro na perspectiva de iniciativa que foram tomadas para socorro em caso de catástrofe ou epidemia de modo que os Estados Unidos e a China podem e devem selar acordos e trabalhar juntos especialmente na Asia.
Ambições territoriais de Pequim no Mar da China Meridional são o ponto chave da cúpula, durante o qual o sudeste asiático defende uma resolução multilateral das questões regionais frente a Pequim.
Por: Lucas Azevedo



Coreia do Sul baixa juros pela primeira vez desde 2009
12/07/2012 00h09 - Atualizado em 12/07/2012 00h09

Agencia EFE
Seul, 12 jul (EFE).- O Banco Central da Coreia do Sul (BOK) reduziu nesta quinta-feira as taxas de juros em 0,25%, para 3%, em seu primeiro corte desde fevereiro de 2009, o que surpreendeu os analistas da quarta maior economia da Ásia.
A redução produzida pelo BOK acontece uma semana depois dos cortes praticados por Banco Central Europeu (BCE) e Banco Popular da China a fim de estimular a economia, prejudicada pela crise de dívida na zona do euro.
Os analistas sul-coreanos indicaram que a decisão do BOK também faz parte dos esforços coordenados para amortecer o impacto da crise na Europa, que alcançou o setor exportador da Coreia do Sul.
Neste contexto, a previsão é que a economia sul-coreana reflita um arrefecimento no segundo trimestre do ano, após ter crescido 0,9% entre janeiro e março frente ao trimestre anterior.
A preocupação com a situação nos países do euro levou o Governo sul-coreano a revisar para baixo sua previsão de crescimento do PIB para 2012 de 3,7% a 3,3%. EFE
Acessado em :http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/07/coreia-do-sul-baixa-juros-pela-primeira-vez-desde-2009.html
12/07/2012

Resenha
O Banco Central da Coreia do Sul reduziu as taxas de juros em seu primeiro corte desde 2009, o que ocasionou surpresas a analisitas da quarta maior economia da Ásia.
A redução realizada pelo Banco Central da Coreia ocorreu uma semana após os cortes práticados pelo Banco Central Europeu e o Banco popular da china com a perspectiva de melhorar a economia que tem esfriado pela crise da divisão da zona do euro.
Alguns analistas sul-coreanos afirmam que esta decisão  faz parte dos grandes esforços para amenizar o impacto da crise que tem alcançado a Europa, que afetou principalmente o setor de exportações da Coreia do Sul.
Esta divisão em relação aos países do euro tem prejudicado bastante a Coreia do Sul que se viu obrigada a revisar a sua taxa de juros com a perspectiva de que o mercado volte a se reaquecer para evitar um impacto maior.
Por: Lucas Azevedo






Índia testa míssil capaz de jogar bomba atômica em Pequim

19/04/2012 18h15- Atualizado em 19/04/2012 18h15

 

Reuters

Por Jatindra e Dash

BHUBANESWAR, Índia, 19 Abr (Reuters) - A Índia testou com sucesso na quinta-feira um míssil capaz de transportar armas nucleares e de alcançar Pequim e o Leste Europeu - distância que poucas potências nucleares conseguem atingir.

Imagens de TV mostraram o foguete Agni-5 furando as nuvens após ser lançado numa ilha da costa leste indiana. Não ficou claro quanto o foguete voou antes de atingir seu alvo no oceano Índico, mas sabe-se que o alcance dele é superior a 5.000 quilômetros.

O ministro da Defesa qualificou o teste como "imaculado", e o primeiro-ministro Manmohan Singh celebrou "mais um marco na nossa busca para ampliar a credibilidade da nossa segurança e preparação".

O Agni-5, quase totalmente de fabricação local, foi concebido tendo em mente uma ameaça da vizinha China. O governo diz que ele só estará operacional dentro de pelo menos dois anos.

Acredita-se que apenas os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU - EUA, China, Rússia, França e Grã-Bretanha - mais Israel tenham armas com tão longo alcance.

O desenvolvimento do foguete é parte da política militar indiana dos últimos anos, que fez do país o maior importador mundial de armas, tentando melhorar as antiquadas condições das suas vastas Forças Armadas.

O teste foi anunciado com bastante antecedência e não atraiu as mesmas críticas dirigidas pelo Ocidente na semana passada à Coreia do Norte, que disparou um foguete de longo alcance semelhante, o qual no entanto caiu no mar logo em seguida.

Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, disse que isso ocorreu porque "o histórico da Índia apresenta forte contraste com o da Coreia do Norte, que foi submetida a inúmeras sanções (...) pelo Conselho de Segurança da ONU".

A chancelaria chinesa disse que Pequim e Nova Délhi deveriam "se empenhar em manter uma cooperação estratégica amistosa", de modo a promover a paz e a estabilidade na região.

"China e Índia são grandes nações em desenvolvimento. Não somos competidores, e sim parceiros", disse Liu Weimin, porta-voz da chancelaria.

Já o tabloide Global Times, ligado ao Partido Comunista Chinês, foi menos conciliador. "A Índia não deveria subestimar sua força", disse o jornal em editorial prévio ao lançamento, que foi adiado em um dia devido ao mau tempo.

A Índia não assinou o tratado de não-proliferação nuclear, mas na prática goza de legitimidade para o seu arsenal, reforçada por um acordo nuclear civil de 2008 com os EUA.

Na quarta-feira, a Otan disse que não considera a Índia uma ameaça. O Departamento de Estado dos EUA afirmou que o histórico de não-proliferação da Índia é "sólido", mas pediu comedimento.
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/04/india-testa-missil-capaz-de-jogar-bomba-atomica-em-pequim.html

 

Resenha:

A Índia testa missil capaz de alcançar distancias de até 5. 000 Km.

A Índia realiza nesta quinta-feira 19 de Abril testa com um míssil que têm a capacidade de alcançar países de média e longa distancia, coisa que poucos países no mundo conseguiram alcançar.

Agni-5, assim foi chamado o míssil que foi lançado nesta quinta-feira para testes na ilha da costa leste da Índia. Estudiosos afirmam que o foguete têm capacidade de alcance de mais de 5.000 quilômetros, estabilidade armamentista que poucas potencias mundiais possuem, o que não é de se espantar, pois é um gasto muito alto para o país que á desenvolve.

Na tentativa de minimizar as consequencias e as polêmicas que esse teste pode causar o ministro da Defesa afirmou que este foi apenas mais um marco para credibibilidade da segurança e preparação do país, afirmando que o país só está se resguardando, se protegendo, não tendo intenção de ameaçar nenhum país vizinho, ou que esteja em conflito, no maximo proteger o país de ameaças da China, mais que de qualquer forma só estará disponivel daqui a pelo menos 2 anos.

Há uma preocupação da ONU de que esta vontade de se preoteger aumente pelos países em desenvolvimento no mundo, o que se sabe é que apenas os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU - EUA, China, Rússia, França e Grã-Bretanha , mais Israel tenham armas com tão longo alcance e agora a Índia começa a testar seu poder de fogo.

O desenvolvimento do Agni-5 faz parte do processo de política militar criada nos últimos anos pela Índia, o que têm tornado o país o maior importador mundial de armas, tentando melhorar as antiquadas condições das suas vastas Forças Armadas.

Este teste que foi realizado pela índia foi anunciado com bastante antecedência com a intenção de não atrair críticas assim como ocorreu à alguns dias à Coreia do Norte, que disparou um foguete de longo alcance semelhante, o qual no entanto caiu no mar logo em seguida.

Para a Otan a Índia não é uma ameaça real e por isso não é necessario produzir por exemplo, uma medida de pacificação direcionada ao país .

Por: Lucas Azevedo

03 de Maio de 2012





Balança comercial do Japão alcança recorde negativo em 2011

19/04/2012 15h00- Atualizado em 19/04/2012 15h00

France Presse

TÓQUIO, 19 Abr 2012 (AFP) -O Japão registrou um déficit comercial recorde de 54,2 bilhões de dólares no período de abril de 2011 a março de 2012 (ano fiscal), devido ao aumento da fatura energética e à redução das exportações, em um ano marcado pela catástrofe de Fukushima após o sismo e o tsunami de 11 de março de 2011.

Este foi o pior resultado do comércio exterior da terceira economia mundial desde o início da publicação deste dados, em 1979.

Segundo analistas, o Japão terá dificuldades para renovar sua potência comercial, apesar de o país poder contar com a crescente demanda dos países emergentes e com a possível recuperação da atividade nos Estados Unidos.

Durante o ano fiscal que vai de abril de 2011 a março de 2012, as importações do Japão aumentaram em 11,6% com relação ao ano anterior.

Isso se deve ao incremento das compras de petróleo, produtos petroleiros e gás natural liquefeito para fazer funcionar as centrais térmicas e compensar a ausência de eletricidade de origem nuclear por causa da paralisação da maioria dos reatores, decretada após o acidente provocado pelo tsunami na central nuclear de Fukushima (nordeste).

Ao mesmo tempo, as exportações recuaram 3,7% com relação ao ano fiscal anterior, devido a uma queda de 14,7% das vendas ao estrangeiro de semicondutores e outros componentes eletrônicos, assim como por um retrocesso das entregas de carros, produtos audiovisuais, papeis, metais e plásticos.

Apesar de a indústria ter retomado seu caminho, o "Japão ainda não retomou uma alta real das exportações", afirmou Mari Iwashita, economista da Nikko Securities.

A balança comercial japonesa não era deficitária desde o exercício fiscal 2008-2009, afetada na época pela crise financeira internacional, que provocou uma drástica queda das exportações.

Os dois setores que lideram geralmente as exportações (eletrônico e automobilístico) sofreram as repercussões das catástrofes naturais, da desorganização temporária da indústria e das oscilações econômicas nos Estados Unidos e Europa, devido à crise da dívida.

A catástrofe natural de 11 de março de 2011, na qual morreram 19.000 pessoas, não só provocou a destruição de fábricas e a desorganização dos circuitos logísticos, mas também uma queda das encomendas externas.

O excedente comercial do Japão com relação aos Estados Unidos se estabilizou este ano, mas caiu à metade com Ásia, Europa e América do Sul e ficou negativo com relação ao Oriente Médio, pela compra de petróleo e com relação à Austrália e Nova Zelândia, pelas importações de gás.

A conjuntura econômica ruim tem sido estimulada também pela apreciação do iene há um ano e meio, o que prejudica a competitividade dos produtos "Made in Japan" no exterior.

Com isso, houve um aumento das pressões sobre o Banco do Japão para que tome medidas com a finalidade de reforçar a economia do arquipélago.
http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/04/balanca-comercial-do-japao-alcanca-recorde-negativo-em-2011.html
Resenha:

Japão sofre com déficit de lucratividade no ano de 2011

O Japão anuncia quinta-feira 19 de Abril o saldo negativo da sua balança comercial de 54,2 bilhões de dólares no período de Abril de 2011 a março de 2012, com a justificativa de aumento da fatura energética e a redução das exportações, depois de passar por catástrofes que destruiram metade do país do ponto de vista social e ainda trouxeram uma péssima imagem para o país em questão de segurança da população , sendo assim o país sofreu o pior resultado do comérico desde 1979.

A dificil situação do Japão não mudará com tanta facilidade apesar do país participar de um importante movimento da geopolitica mundial, o dos países emergentes, segundo analistas.

Os gastos realizados com importações que aumentaram 11,6% com relação ao ano anterior por conta do incremento das compra de petróleo e outros derivados para compensar a ausencia da eletrecidade que era gerada pela usina de Fukushima também ajudaram o país a se ter uma margem de gastos maiores que o que o país gerou com lucros, como por exemplo um retrocesso na entrega de carros, e produtos visuais e plasticos que equilibravam a balança comercial do pais, causando assim um saldo negativo.

A industria japonesa já mostra uma melhora, um retorno ao apice da ecônomia, mais não garante o fim da crise financeira do país, aquilo que causou a drástica queda das exportações, os dois setores mais importantes das exportações no país eram o setor eletrônico e o automobilistico e foram os que mais sofreram com as repercussoes das catastrofes naturais.

As catástrofes naturais de 2011, na qual morreu uma quantidade exorbitante de pessoas, não só causou uma destruição de fábricas e a desorganização dos circuitos logísticos, mas também uma queda das exportações que tanto geravam lucros ao país.

Com isso, a pressão do Banco do Japão cresce a todo momento para que o país tome medidas rapidar e que tenham retorno imediato com lucratividades e a ecônomia do país volte a ser uma das mais significativas do mundo.

Por: Lucas Azevedo

03 de Maio de 2012

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