América Latina



Colômbia supera Argentina e se torna a segunda maior economia sul-americana

Segundo ministro da Fazenda do país, projeção do PIB para 2012 é de US$ 362 bilhões
REDAÇÃO ÉPOCA COM AGÊNCIA EFEinShar

Echeverry: "É um sonho" (Foto: SXC)
O ministro da Fazenda da Colômbia, Juan Carlos Echeverry, anunciou nesta sexta-feira (31) que o Produto Interno Bruto (PIB) do país superou o da Argentina e se tornou o segundo maior da América do Sul.
"A Colômbia superou a Argentina no PIB, somos a segunda economia da América do Sul depois do Brasil e a terceira em tamanho depois de Brasil e México. Isto era um sonho", afirmou o ministro durante entrevista à emissora "Caracol Radio" .
Echeverry disse que, nos dois primeiros anos do governo do presidente Juan Manuel Santos, a economia colombiana já havia ultrapassado a Venezuela e que, agora, conseguiu passar a Argentina.
"A Colômbia segue com muito ímpeto. Estamos fazendo as coisas bem feitas e avançando", afirmou Echeverry, mostrando-se confiante de que seu sucessor, o até agora ministro de Minas e Energia, Mauricio Cárdenas, seguirá a mesma tendência durante sua gestão.
Em outra entrevista para o site do jornal El Tiempo, Echeverry afirmou que, de acordo com as taxas de câmbio da última quarta-feira (29), o PIB projetado para este ano na Colômbia chega a US$ 362 bilhões (R$ 742,35 bilhões), ultrapassando o estimado para a Argentina, de US$ 347 bilhões (R$ 711,59 bilhões).


Resenha:
A Colômbia vem crescendo economicamente nos últimos anos, seu crescimento está tão acelerado que já é a segunda maior potencia econômica na America do sul, ficando atrás apenas do Brasil.
Um sonho que está se realizando desde muito tempo de lutas no país, e, com o avanço econômico totalmente acelerado, só tende a crescer cada vez mais. Estão trabalhando num processo de gestões extremamente parecidas, estas que estão sendo aprovadas pela população, o sucessor do ex-presidente Juan Santos está demonstrando satisfações, passando confiança para a sociedade. E continuando nesse ritmo a tendência é apenas de crescimento acelerado.
Portanto a Argentina e outros países vão ficando para trás, sendo ultrapassada com diferença do PIB projetado de mais de 30 bilhões em cima do terceiro, sendo este a Artgentina.
Malone Monteiro – 17/09


04/10/2012 13h27 - Atualizado em 04/10/2012 13h27
Área de soja da Argentina deve ser recorde em 2012/13--bolsa
Reuters
BUENOS AIRES, 4 Out (Reuters) - A área semeada com soja na Argentina deve alcançar um recorde de 19,7 milhões de hectares na temporada 2012/13, graças aos altos preços da oleaginosa e a um clima favorável, disse nesta quinta-feira a Bolsa de Cereais de Buenos Aires.
A Argentina é o mais importante exportador mundial de óleo e farinha de soja e terceiro maior fornecedor da soja em grão. O plantio ainda não começou.
A área semeada com soja atingiu 18,85 milhões de hectares na temporada 2011/12.
A expansão da área em 2012/13, 850 mil hectares ante o ciclo anterior, ocorreria em grande parte em detrimento da área de milho, que, segundo a bolsa, deve cair 12 por cento no ano, para 3,4 milhões de hectares nesta temporada.
"É natural que se registre um interesse maior pelo cultivo de soja em detrimento do milho. Isso se deve fundamentalmente aos custos menores de implementação que apresenta a oleaginosa, contrastando amplamente com a elevada necessidade de insumos para o milho", disse a entidade.
Por outro lado, as fortes chuvas registradas nos últimos meses deixaram as condições de umidade do solo ideais para o início da temporada 2012/13 da oleaginosa.
O Departamento de Agricultura norte-americano (USDA) estimou a colheita argentina de soja 2012/13 em um recorde de 55 milhões de toneladas.
(Reportagem de Maximilian Heath).


Resenha:

A Argentina este ano bateu o recorde na colheita da soja. O país é um grande produtor deste alimento, além de ser grande exportador da farinha e do óleo produzido com a soja. Um fator muito importante foi que o país contou com a ajuda do tempo, ou seja, choveu bastante, favorecendo o solo, deixando-o em ótimas condições para crescimento, por isso houve uma colheita de tal grandeza.
De certa forma ocorre uma grande renda para os produtores de soja na argentina, essa época da colheita é a época em que eles lucram mais, faturam bastante, contribuindo para satisfazer as necessidades básicas da população argentina e outra população no qual o produto será exportado.
O país Sul-americano é o terceiro maior produtor de soja em grão do mundo, portanto a economia gerada com este alimento é de bastante eficiência.
Malone Monteiro




Brasil consumiu quase 470 milhões de livros em 2011

Pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas mostra um crescimento de 7,2% no setor, que alcançou um faturamento de R$ 4,3 bilhões no último ano

Por Isa Sousa, do Mundo do Marketing | 12/07/2012
O Brasil bateu recorde e consumiu 469,5 milhões de livros em 2011. O número é 7,2% superior ao registrado em 2010, quando 438 milhões de exemplares foram comercializados. O crescimento também refletiu no faturamento, que atingiu R$ 4,3 bilhões, representando de forma geral um aumento de 7,36% em relação ao ano anterior, porém com um índice real de 0,81% devido à inflação no período de 6,5%.

Em relação à publicação, em 2011 foram 58.192 novos títulos, com aumento de 6,28% em relação a 2010. Do total de livros editados, 20.405 foram
lançamentos, representando um crescimento de 9%. Já o número de exemplares produzidos teve um desempenho mais tímido, indo de 492.579.094 em 2010, para 499.796.286 em 2011, uma variação de 1,47%.

A compra de exemplares nas livrarias também teve um aumento de 4%, passando de 40,51% para 44,9% no ano passado. De acordo com a pesquisa, o índice é positivo ,já que os espaços têm perdido consumidores para igrejas e templos, que em 2010 teve crescimento de 1,26% e em 2011 de 4,03%, supermercados, de 1,47%, para 2,4%, e bancas de jornal, de 0,36%, para 2,21%.

Os dados são da pesquisa “Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro”, referentes a 2011, realizada anualmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE/USP), sob encomenda do
Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e Câmara Brasileira do Livro (CBL).
 







Resenha
Partindo do princípio em que é nos livros que encontramos fonte de conhecimento e acesso para o mundo, o que mais é contraditório na reportagem é que, como é que o nível de educação do país pode ser inversamente proporcional ao aumento de livros adquiridos ?
Percebemos então que o problema não  está na quantidade de livros em que se adquire, mas sim na qualidade literária e nos métodos educacionais que se embasam nestes livros para construção do saber.
A quantidade de contos imbecilizantes e que trazem ao leitor são agradáveis de ler, porém são totalmente utópicos. Por serem perfeitos e fugir da realidade do ser humano fazem sucessos e por fim vendem em grande escala Mas o conteúdo que é o que movimenta o conhecimento, não está presente nestes Best Sellers .
Outro ponto a ser questionado é do que adianta ter bons livros se o sistema de educação não é eficaz ? É preciso repensar o jeito de se ensinar no Brasil, precisamos de inovações desde o sistema infantil até o superior, porque será a partir daí que o país irá se desenvolver mais

Anderson Ribeiro 3º TA



03/07/2012 - 15h08 0
Assuntos relacionados: dci, carne, argentina, suinocultura, exportação

Argentina libera importação de carne suína brasileira

BRASÍLIA - Carne suína brasileira vinha enfrentando barreiras para entrar no território argentino desde fevereiro deste ano...

Agência Brasil
BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou nesta terça-feira (3) que o governo argentino liberou a entrada de carne suína brasileira no país. No acordo firmado entre os dois países, a Argentina autoriza a entrada de cerca de 27 mil toneladas de carne suína in natura, industrializada e miudezas, no segundo semestre deste ano, volume similar ao que foi importado no mesmo período do ano passado.
“As negociações representaram um trabalho de paciência realizado pelo governo, que não mediu esforços para recuperar o mercado vizinho. Tivemos que ouvir técnicos em desconformidade com a nossa postura, mas sabíamos aonde precisávamos chegar e chegamos”, disse o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, por meio de nota.
A carne suína brasileira vinha enfrentando barreiras para entrar no território argentino desde fevereiro deste ano. Em março, após reunião com o ministro da Agricultura argentino, Norberto Yahuar, Mendes Ribeiro disse que tinha recebido uma proposta criando cotas para a entrada do produto brasileiro, mas, dias depois, o governo argentino voltou atrás.
A questão, que agora parece estar resolvida, se estendeu por quase cinco meses. De acordo com o Ministério da Agricultura, além de reuniões técnicas, foram feitas várias tentativas para desbloquear o comércio bilateral nesse período. Além do ministro Yahuar, participaram das negociações, pela Argentina, o embaixador no Brasil Luis Maria Kreckler e o secretário argentino de Comércio Interno, Guillermo Moreno.



Resenha
Segundo a notícia a Argentina vem bloqueando a entrada de carne suína em seu país. O que eles estão fazendo é um jogo de interesses, porque estão querendo que o Brasil compre o trigo argentino.
Houve uma reunião onde Mendes teve a oportunidade de conversar com o ministro da argentina que se decidiu um acordo . Porém depois de algum tempo os argentinos voltaram atrás, vejam essa afirmação do ministro brasileiro: ““O ministro me deu garantias”, recorda Mendes Ribeiro. “Ele foi para a imprensa dizer que tinha feito um acerto comigo. Depois, mudou tudo. O Moreno atravessou a conversa”. O Moreno a que se refere o ministro é Guillermo Moreno, secretário de Comércio Interior da Argentina. Suborna-se ao ministro argentino da Economia, Hernán Lorenzino, a quem se atribui a política protecionista que infelicita os exportadores brasileiros.
A argentina tomou tal atitude porque no âmbito econômico ela está indo muito mal. Pode ser que a intenção com esse bloqueio é tentar reduzir o preço do produto, mas no final das contas irá sair muito mais caro para os argentinos.
Anderson Ribeiro 3 º TA


Cuba afirma que América Latina se "rebelou" contra os EUA
 
Para governo cubano, Estados Unidos teriam ficado isolado e obrigado a "exercer um veto imperial por falta de ideias e de autoridade política e moral"
Adalberto Roque/AFP

De acordo com Cuba, na cidade colombiana de Cartagena das Indias foi demonstrado "o abismo crescente entre nossa América e o Norte revolto e brutal que nos despreza"
Havana - O Governo de Cuba considera que na última Cúpula das Américas a América Latina e o Caribe fizeram uma "rebelião" contra os Estados Unidos, que teria ficado isolado e obrigado a "exercer um veto imperial por falta de ideias e de autoridade política e moral".
"O presidente Obama deveria perceber que a Cúpula de Cartagena não foi propícia para aconselhar democracia a Cuba (...). Melhor se ocupar com suas guerras, crise e politicagem, que os cubanos se ocupam com Cuba", destaca o Executivo da ilha no jornal oficial "Granma" em texto intitulado "Pela segunda independência".
De acordo com Cuba, na cidade colombiana de Cartagena das Indias foi demonstrado "o abismo crescente entre nossa América e o Norte revolto e brutal que nos despreza".
"Foi impressionante a sólida postura unitária da Nossa América em torno do bloqueio, da exclusão de Cuba e das Malvinas", ressalta a declaração.
O texto destaca que a novidade da reunião continental foi que boa parte dos Governos, apesar de diferentes enfoques, agiram com solidariedade e complementaridade.
Cuba elogiou a atuação de diversos presidentes latino-americanos como o colombiano Juan Manuel Santos, por seu respeito com a ilha e o mérito de ter introduzido diretamente o tema do bloqueio e da exclusão do país.
Também foram elogiadas as posições do boliviano Evo Morales, do venezuelano Hugo Chávez e do nicaraguense Daniel Ortega, assim como a "firmeza" da argentina Cristina Kirchner e a "serena dignidade" de Dilma Rousseff.
Para Cuba, os Estados Unidos subestimaram processos políticos da região, como o nascimento da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (Celac) e a tentativa frustrada de golpe em abril de 2002 na Venezuela, que completou dez anos.
Na opinião do Governo da ilha, na VI Cúpula das Américas, "Obama esteve totalmente isolado, obrigado a exercer um veto imperial por falta de ideias e de autoridade política e moral, e dedicado à demagogia, caminhando para eleições escabrosas".
O texto acrescentou que a OEA (Organização dos Estados Americanos) é um "cadáver insepulto", e que com o consenso de soberania regional demonstrado em Cartagena, a América Latina tem a oportunidade de resolver graves problemas de desigualdade nas riquezas, defesa da paz e "preservação da espécie humana".
Cuba e sua exclusão das Cúpulas das Américas foi um dos grandes assuntos da última reunião continental realizada no fim de semana passado em Cartagena das Indias, que acabou sem uma declaração final pela falta de consenso neste e outros temas espinhosos.
Os Estados Unidos e o Canadá se opõem à inclusão de Cuba nestes encontros pela falta de liberdades democráticas na ilha.
Data de acesso 27 de abril de 2012-05-03http://exame.abril.com.br/economia/politica/noticias/cuba-afirma-que-america-latina-se-rebelou-contra-os-eua

Resenha

Vale de tudo para manter a hegemonia, até fingir ser bonzinho
A cúpula das Américas foi desenvolvida nos Estados Unidos e que fez todos os acordos comerciais para todos os países americanos.
Os EUA tem como foco principal conquistar toda a economia mundial, para que o seu mercado possa atender a todos e por fim terem uma boa economia para serem mais ativos nas decisões mundiais.
O que Cuba quis mostrar ao mundo e principalmente aos EUA foi que ela é capaz de resolver os seus problemas políticos sozinhos, com toda a razão por sinal, pois esse intuito de querer ajudar outros países é no fundo um interesse político que se tem.
Em rebate a não aceitação cubana, os EUA tomou a decisão de fechar relações comerciais, com a tentativa de mostrar a Cuba de que sem a ajuda “grandiosa“ do mais desenvolvido no mundo, a nação poderia sofrer  com as ações estadunidenses. Incitando ao país a ser submisso aos Estados Unidos.

Anderson Santos Ribeiro


Nova crise do euro teria efeito "limitado" na América Latina, diz FMI

19/04/2012 - Pablo Uchoa/Da BBC Brasil em Washington
Exportação de produtos básicos voltada para China é um dos fatores que protegem AL
Mesmo se a crise na zona do euro voltar a recrudescer, os efeitos dela na América Latina e no Brasil seriam limitados, avalia um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgado na terça-feira (17).


Com as exportações de produtos básicos mais voltadas para a China, os fluxos de capital financeiro retornando e um conjunto de bancos internacionais com grande grau de autonomia em relação a suas matrizes, a região está relativamente protegida de um choque no outro lado do Atlântico, diz o órgão.

O primeiro capítulo do Panorama Econômico Internacional (World Economic Outlook) observa que a região sentiu os efeitos da crise na zona do euro tanto na sua corrente de comércio quanto em seus sistemas financeiro e bancário, mas estes efeitos foram apenas "limitados".

Da mesma forma, avalia o estudo, "o contágio da região por causa de uma crise renovada na Europa deve ser limitada".

A América Latina e a África ao sul do Saara são as regiões menos expostas a essa vulnerabilidade, na visão do FMI. Na Europa e no Norte da África estes efeitos seriam ou "muito fortes" ou "fortes".

Entretanto, ressalvou o Fundo, os fluxos de capital para a região, no momento em que os índices de inflação estão novamente em alta, merecem a atenção dos governantes.

Para o FMI, os países devem tirar lições das políticas de cautela adotadas durante o mais recente fluxo de recursos externos.

"Seria prematuro relaxar as políticas enquanto a inflação permanecer próxima do teto das metas e os riscos tenderem a pressionar para cima", recomenda o estudo, que ressalta os riscos em especial da Venezuela e Argentina.

"Oscilações recentes dos fluxos de capital são um argumento poderoso para que os governos da região continuem a fortalecer seus marcos de prudência, a fim de estar preparados para futuras bolhas ou estouros destes fluxos."

Passo lento

Nos dois capítulos do relatório divulgados na terça, o FMI alerta que "os riscos para a economia global permanecem elevados", apesar de os indicadores mostrarem uma lenta recuperação do revés sofrido em 2011.

O diretor do Departamento de Pesquisas do FMI, Olivier Blanchard, disse em entrevista em Washington que a economia global vive um momento de "calma nervosa".

"Tem-se a impressão de que a qualquer momento as coisas podem piorar. A incerteza, especialmente na Europa, vai permanecer."

O estudo avalia que a melhora recente "é muito frágil" e que só em 2013 a economia global voltará a crescer por volta de 4%.

A zona do euro deve entrar em uma leve recessão nos próximos meses, encerrando o ano com uma retração econômica de -0,3%.

Já o crescimento latino-americano, de 4,5% no ano passado, deve desacelerar para 3,7% em 2012.

Para o Brasil, o Fundo mantém projeções semelhantes às divulgadas em janeiro. O órgão projeta um crescimento para a economia brasileira de 3% neste ano – abaixo da média latino-americana – e de 4,1% em 2013.

Após uma década se beneficiando da rápida expansão do crédito e da alta das commodities, as economias emergentes devem permanecer em alerta.

O preço dos produtos agrícolas deve continuar caindo neste ano e o crédito "não pode continuar a se expandir no atual ritmo sem levantar preocupações sérias em relação à qualidade dos empréstimos".
 Acesso em 26/04/2012
http://www.jornaldaimprensa.com.br/Editorias/16130/Nova-crise-do-euro-teria-efeito-%22limitado%22-na-Am%C3%A9rica-Latina,-diz-FMI
 Resenha

Segundo o relatório divulgado pela FMI, a crise na zona do euro terá efeitos limitados na América Latina e também no Brasil. Temos várias motivos para pensar e questionar essa afirmação.
Podemos vê-la como uma jogada de marketing, para que os investidores no Brasil e América Latina, se sintam confiantes em apostar na economia européia, evitando assim que aconteça ainda mais um declínio na economia da região. Até porque as informações vindas de um órgão internacional renomado, tem grande impacto e repercussão no mercado.
Pensamos também, porque as crises do outro lado do Atlântico não serão tão impactantes na região. Isso se dá por países como Cuba, serem fechados ao mercado externo, o que não o torna exclusivamente dependente da economia de outras nações.
Anderson Ribeiro

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