Europa


Economia suíça retrai; mostra dependência de limite ao franco

Reuters
ZURIQUE, 4 Set (Reuters) - A economia suíça encolheu inesperadamente no segundo trimestre, uma vez que o impacto da crise da zona do euro pesou sobre as exportações do país, dando mais justificativa para o banco central limitar o forte franco suíço.
O Banco Nacional da Suíça, banco central do país, impôs um limite de 1,20 por euro ao franco há um ano para evitar recessão e deflação, à medida que os investidores saindo da zona do euro buscaram segurança na moeda.
Mas a economia contraiu pela primeira vez em nove meses, recuando 0,1 por cento na comparação com o primeiro trimestre. O número veio abaixo das previsões dos analistas de uma taxa de crescimento de 0,2 por cento e da expansão do primeiro trimestre, que foi revisada para baixo, para 0,5 por cento.
As exportações de serviços contraíram 0,9 por cento no segundo trimestre, mesmo com os consumos privado e público ficando relativamente saudáveis.
"Um encolhimento inesperado", afirmou o economista-chefe do Janwillem Acket, Julius Baer. "O banco central não tem outra opção a não ser continuar sua política, não importa quão custoso isso seja. Teria sido ainda mais custoso não ter feito coisa alguma", emendou.
(Reportagem de Catherine Bosley; reportagem adicional de Emma Thomasson)


Resenha:

A Suíça é um dos países mais desenvolvidos na Europa, apesar de ser pequena e parte dela ser colada com oriente médio no globo terrestre. Muitos bancos se localizam lá, porém o país não conseguiu até hoje se fixar na União Europeia, devido a ter muita proximidade com o oriente.
Nos últimos meses a suíça sofreu declínios na economia, houve encolhimentos inesperados pela mesma. E foi a primeira vez que sua economia contraiu, mesmo com o consumo público e privado saudável. Daí a economia suíça que é considerada uma das maiores, mesmo com o euro em crise, vai se rendendo e caindo também, talvez influenciado a essa crise perturbante da Europa.
Malone Monteiro 29/09





Economia da França não cresce no segundo trimestre
Comissão europeia deve receber hoje proposta para criação de imposto sobre transações financeiras

Publicado:28/09/12 - 8h42

PARIS e BERLIM - A economia da França registrou crescimento zero no segundo trimestre uma vez que gastos públicos maiores e investimentos de empresas compensaram uma queda nos gastos das famílias e uma balança comercial negativa, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira.
A leitura final do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas do país) da agência de estatísticas nacional INSEE confirmou uma leitura inicial de crescimento zero, marcando o terceiro trimestre consecutivo de estagnação para a segunda maior economia da zona do euro.
Já na Alemanha as vendas do varejo subiram marginalmente em agosto na comparação com o mês anterior, com alta de 0,3%. O indicador, conhecido por ser volátil, mostrou recuo de 0,8% na comparação anual. O resultado, porém, veio abaixo do esperado pelo mercado, que projeta dava avanço de 0,6% no mês.
Com a economia ainda muito fraca, Alemanha e a França apresentarão à Comissão Europeia nesta sexta-feira propostas conjuntas para um imposto sobre transações financeiras envolvendo pelo menos nove países, afirmou o Ministério das Finanças alemão em comunicado.
O  plano precisa do apoio de, no mínimo, nove Estados-membros da União Europeia (UE) sob o processo conhecido como "cooperação reforçada" para seguir em frente. Itália, Espanha e Áustria estão entre os países que expressaram apoio a tal imposto no passado.
A Alemanha queria originalmente um imposto que cobrisse transações financeiras sobre os 27 países da UE, mas esse plano teve grande oposição da Grã-Bretanha e de alguns outros países.


Resenha:
A crise na Europa ainda preocupa muitos países que são considerados grande potências. O exemplo, a França, o país já passa pelo segundo trimestre sem obter crescimento no PIB, ou seja, 0% de crescimento. Isso preocupa muito o país. Além da França a Alemanha também está sofrendo com questões de crescimento, está sendo muito baixo quase zero.
A saída desses países seria apresentar propostas sobre transações financeiras à Comissão Europeia, envolvendo no mínimo nove países, proposta feita pelo Ministro de Finanças da Alemanha. Alguns países já aceitaram em ajudar, porém houve oposições, a Grã-Bretanha e outros mais se recusaram em entrar neste envolvimento.
A criação de impostos poderia ser uma boa saída, sobre as transações financeiras, correndo as chances de retirada dessa crise dos dois países, que tiveram crescimentos inimagináveis para países de tamanha economia.
Malone Monteiro – 28/09





II Unidade




PIB da China desacelera para 7,6% no segundo trimestre

PEQUIM - O governo da China anunciou nesta sexta-feira a desaceleração de seu Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre do ano, com um crescimento de 7,6%.
O número é o menor a ser registrado pelo país asiático desde o primeiro trimestre de 2009, em meio ao auge da crise dos Unidos. Em números absolutos, o PIB chinês chega a US$ 3,55 trilhões.
Os principais responsáveis pelo resultado reduzido apontados pelo banco central chinês são a diminuição das exportações para a Europa, a estagnação do setor imobiliário e a inabilidade do governo em estimular o aumento do consumo interno.
Além do crescimento econômico, o país divulgou os números do comércio e da indústria em junho. As vendas do varejo apresentaram alta de 12,1%, desacelerando em relação a maio, quando foi registrado um aumento de 13,8%.
Em relação à produção industrial, houve queda de 0,1 % no mesmo período, passando de 9,6% para 9,5%.
O volume de financiamentos concedidos pelos bancos teve alta de 16%, para 919,8 bilhões de yuans (R$ 295,1 bilhões).
O resultado do segundo trimestre marca o sexto período consecutivo de desaceleração do PIB da segunda maior economia do mundo, que se tornou a principal fonte de crescimento global depois da crise que se abateu sobre os países ricos a partir de 2008.

Acessado em: http://extra.globo.com/noticias/economia/pib-da-china-desacelera-para-76-no-segundo-trimestre-5463489.html#ixzz20VSgG7jW
06/07/2012

Resenha
O governo chinês anunciou a desaceleração de seu Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre do ano, com um crescimento de 7,6%,.
Esta taxa é a menor registrada pelo país asiático desde o primeiro trimestre de 2009, em meio ao auge da crise dos Unidos, o que preocupa e muito o governo chinês. Em números absolutos, o PIB chinês chega a US$ 3,55 trilhões.
Segundo analistas os principais responsáveis pela taxa de resultado reduzido apontados pelo banco central chinês são a diminuição das exportações para a Europa, a estagnação do setor imobiliário e a inabilidade do governo em estimular o aumento do consumo interno.
Esta taxa de crescimento econômico não foi o unico agravante, além disso, o país divulgou nesta sexta feira (6) os números de comércio e da indústria em junho. As vendas do varejo apresentaram alta de 12,1%, desacelerando em relação a maio, quando foi registrado um aumento de 13,8%.
A marca o sexto período do segundo trimestre e o consecutivo de desaceleração do PIB da segunda maior economia do mundo, a primeira economia ainda é os Estados Unidos que se encontram em crise, para a China esta se tornou a maior fonte para o crescimento global depois da crise que se abateu sobre os países ricos a partir do ano 2008.
Por: Malone Monteiro


Crise europeia e desvalorização do real reduzem turismo em Buenos Aires
12/07/2012 17h30 - Atualizado em 12/07/2012 17h30
Buenos Aires, 12 jul (EFE).- A crise econômica na Europa e a desvalorização da moeda brasileira foram as principais causas da queda de turistas estrangeiros registrada em Buenos Aires em maio passado, quando chegaram 10 mil turistas a menos na cidade do que em 2011.
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), maio registrou uma entrada de 196.681 turistas pelos aeroportos de Buenos Aires, o que representa uma queda de 4,7% em relação ao mesmo mês de 2011.
Os proprietários de hotéis indicaram como principais causas dessa baixa a crise europeia e a desvalorização do real, que atualmente vale 2,22 pesos argentinos, mas que chegou a estar perto de 2,70 em julho passado, o que tornava mais baratos os destinos argentinos para os turistas brasileiros.
'Além do problema cambial, também temos problemas com o aumento de impostos e, como todos, temos dificuldades com a inflação', explicou à Agência Efe Narciso Muñiz, da Associação Argentina de Hotéis, Restaurantes, Confeitarias e Cafés.
Em abril passado, caiu em 5,8% a quantidade de viajantes que pernoitam nos hotéis em comparação com o mesmo mês do ano anterior, mas Muñiz advertiu que a queda da ocupação poderia chegar a 10%.
Já o ministro da Cultura de Buenos Aires, Hernán Lombardi, responsabilizou a queda à 'perda de competitividade' do setor, e anunciou o início de uma 'agenda de ações' com diferentes membros de hotelaria para reduzir a baixa.
Durante 2011, a Argentina recebeu 2.692.132 turistas, que gastaram mais de US$ 3,5 bilhões, segundo dados do Indec. EFE

Acessado em:http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/07/crise-europeia-e-desvalorizacao-do-real-reduzem-turismo-em-buenos-aires.html
08/07/2012

Resenha
A Europa com sua crise econômica e a desvalorização da moeda brasileira foram as principais causas da queda de turistas estrangeiros registrada em Buenos Aires em maio passado, quando chegaram 10 mil turistas a menos na cidade do que em 2011, o que ocasionou uma preocupação em grande escala nos governantes do país, pois esta baixa em ausencia de turistas não era esperada em tão grande escala.
Alguns dos dados do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), são que  o mês de maio registrou uma entrada de 196.681 turistas pelos aeroportos de Buenos Aires, o que representa uma queda de 4,7% em relação ao mesmo mês de 2011.
Proprietários de hotéis e grandes 'resorts' indicaram como principais causas dessa baixa a crise europeia e a desvalorização do real, e que atualmente vale 2,22 pesos argentinos, mas que chegou a estar perto de 2,70 em julho passado, o que tornava mais baratos os destinos argentinos para os turistas brasileiros.
'Além do problema de cambio, também temos problemas com o aumento de impostos e, como todos, temos dificuldades com a inflação', explicou à Agência Efe Narciso Muñiz, da Associação Argentina de Hotéis, Restaurantes, Confeitarias e Cafés.
O ministro da Cultura de Buenos Aires, Hernán Lombardi, procurou engajar a responsabilidade da queda à 'perda de competitividade' do setor, onde acusou os problemas de seu país em relação a atrações para os turistas e anunciou o início de uma 'agenda de ações' com diferentes membros de hotelaria para reduzir a baixa.
Por: Malone Monteiro



Com a guerra das Malvinas, Londres ganhou um novo status militar

29/03/2012 13h06 - Atualizado em 29/03/2012 13h06


France Presse



LONDRES, 29 Mar 2012 (AFP) -O Reino Unido, ex-grande potência marítima, endossou um novo papel internacional com a Guerra das Malvinas em 1982, ao retomar rapidamente a posse das ilhas do Atlântico Sul disputada com Buenos Aires, de acordo com especialistas.


A vitória britânica sobre as tropas argentinas, após 74 dias, deu mais peso ao Reino Unido em nível internacional, após um período de declínio seguido da Segunda Guerra Mundial, marcado pela queda de um império que englobava um terço do planeta.


O Reino Unido terá em 2018 um segundo porta-aviões, que será equipado até 2020 com aeronaves stealth F-35. Enquanto isso, o governo britânico tem que compartilhar um porta-aviões com a França... país que a Royal Navy derrotou na batalha de Trafalgar em 1805.


Estas restrições orçamentárias mascaram o fato de o Reino Unido ter que gastar 239 milhões de euros (317 milhões de dólares) por ano somente para manter o transporte aéreo e marítimo para as Malvinas, localizada a cerca de 13.000 quilômetros de Londres, e para uma nova base militar dotada de caças.


"Longe de ser a última vitória de uma potência em declínio, as Malvinas despertaram a crença de que o Reino Unido pode ser ainda uma força militar e diplomática maior", disse à AFP o especialista em geopolítica, Klaus Dodds.

"Se você observar o que o Reino Unido fez depois das Falklands (nome dado às Malvinas pelos britânicos) - em Bósnia, Iraque, Afeganistão, Líbia - muitas intervenções ocorreram", graças à confiança conquistada com a vitória nas Malvinas, acrescenta este professor da Royal Holloway University de Londres.

A guerra das Malvinas impulsionou uma onda de patriotismo no Reino Unido, ansioso por uma lembrança de séculos de dominação naval e um antídoto para uma série de derrotas militares, entre elas a crise do Canal de Suez em 1956.

Ainda hoje, a lembrança do conflito das Malvinas está muito viva, em um momento de tensão, após a reação despertada entre os ex-oficiais pelos recentes cortes no orçamento da defesa. Segundo esses ex-militares, o país pode não ser mais capaz de defender seus últimos interesses marítimos.

Esta política de austeridade pode ser traduzida pela reforma de caças Harrier e do único porta-aviões britânico plenamente operacional, o HMS Ark Royal. Um símbolo: o primeiro navio da Marinha Real com este nome que infligiu uma derrota humilhante na Armada Espanhola, em 1588.

O Reino Unido teria, de fato, pouca dificuldade em responder a uma possível invasão das Malvinas, acreditam os especialistas, enquanto as relações entre Londres e Buenos Aires esquentam com a aproximação do trigésimo aniversário do conflito.

Para Michael Clarke, diretor geral da Royal United Services Institute, em Londres, a Argentina tem um atraso de 80 a 100 anos em relação ao Reino Unido no plano militar, e a sua melhor arma é a opinião pública internacional.

"A Argentina se beneficia de uma solidariedade crescente com suas reivindicações" sobre as Malvinas e "da oposição a uma ex-potência imperial, parceira natural dos Estados Unidos", afirma Clarke.

"Quando os dois porta-aviões (do Reino Unido) entrarem em serviço, o país será novamente a segunda potência naval do mundo, depois dos Estados Unidos", acrescenta Andrew Lambert, professor de história naval no King's College London.

O Reino Unido tem que focar na Marinha, o país é insular, insiste. "Nós produzimos cerca de 35% de nossa comida, cerca de 25% de nossa energia e tudo chega pelo mar. Se não pudermos utilizar o mar, morreremos de fome até o fim de semana e a eletricidade vai se apagar rapidamente".

Data de Acesso: 05/04

 

Resenha:


Guerra das Malvinas: Benefícios ou Malefícios para o Reino Unido?

A guerra das Malvinas ocorreu em 1802, entre Inglaterra e Argentina, na qual o país sul-americano foi derrotado facilmente pelo país Britânico. A guerra vencida pelo Reino Unido fez com que este se sentisse impulsionado a retomar todas as lembranças daquela grande potência militar naval que já fora e o deixou também dopado com relação às derrotas militares.


Apesar de o Reino Unido (RU) ser considerado hoje uma ex-grande potência militar marítima, especialistas acreditam que o RU não está totalmente em declínio. "Esta ainda pode ser uma grande potência militar e diplomática maior", afirma Klaus Dodds, especialista em geopolítica.


O RU terá em 2018 um novo porta-aviões, que será equipado e estará pronto em 2020. Enquanto isso o governo britânico divide o único porta-aviões que tem com a França. Hoje o RU gasta 239 milhões de Euros (317 milhões de dólares) por ano, só pra manter o transporte aéreo e marítimo entre as Malvinas, esta que se localiza cerca de 1.300 km de Londres. Especialistas acreditam que o RU não tem condições de responder a uma possível invasão das Malvinas. As relações Londres e Buenos Aires vão esquentando com a proximidade do Trigésimo aniversário do Conflito, apesar da Argentina, mesmo com a queda do RU, esta a 100 anos de atraso no plano militar.


Os governantes acreditam que quando o segundo porta-aviões for instalado no País, consequentemente o RU crescerá novamente, tornando-se a segunda potencia militar marítima, atrás apenas do EUA. "Devemos focar na marinha", afirma os governantes. "Nós produzimos cerca de 40% do nosso alimento e 25% da nossa energia pelo mar", insiste novamente.

Caso o Reino Unido não tenha condições de focar na Marinha, perderá de ser uma grande potência novamente, sem falar na questão da produção de comida e energia que, em sua maioria, é produzida e chegada pelo mar. Com certeza, os EUA tem um papel fundamental em defender a Argentina neste contexto.

"A Argentina se beneficia de uma solidariedade crescente com suas reivindicações" sobre as Malvinas e "da oposição a uma ex-potência imperial, parceira natural dos Estados Unidos", afirma Clarke.

Malone Monteiro – 3ª ano TA

 



França discute liberação estratégica de petróleo com EUA e UK



28/03/2012 13h57 - Atualizado em 28/03/2012 13h57


Por Yann Le Guernigou e Muriel Boselli


PARIS, 28 Mar (Reuters) - A França está em negociações com os Estados Unidos e a Grã-Bretanha sobre uma possível liberação de reservas estratégicas de petróleo para rebaixar os preços dos combustíveis, disseram ministros franceses nesta quarta-feira, quatro semanas antes das eleições presidenciais do país.


No início de março, fontes britânicas disseram que Londres estava disposta a cooperar com Washington em uma liberação de reservas estratégicas que era esperada dentro de meses, em uma tentativa de evitar que os preços dos combustíveis sufocassem o crescimento econômico, no que é também um ano eleitoral nos EUA.


O ministro da Energia da França, Eric Besson, disse a jornalistas após a reunião semanal de ministros, que os Estados Unidos haviam pedido à França que se juntasse em uma possível liberação emergencial.

Essa liberação poderia acontecer "em questão de semanas", disse o jornal diário Le Monde nesta quarta-feira, citando fontes presidenciais.

"Os Estados Unidos que pediram e a França acolheu favoravelmente esta hipótese", disse Besson. Ele também disse que os países estavam aguardando conclusões da Agência Internacional de Energia (AIE), que coordena os lançamentos emergenciais de estoques em caso de severa interrupção da oferta do petróleo.

A ministra do orçamento francês e a porta-voz do governo, Valérie Pécresse, também disse a jornalistas que a França se juntou aos Estados Unidos e ao Reino Unido em consultas à AIE, para receber autorização para retirar estoques estratégicos.

Os preços do petróleo se tornaram uma grande dor de cabeça para políticos em todo o mundo, incluindo o presidente norte-americano, Barack Obama, que visa a reeleição em novembro e que enfrenta a indignação pública sobre o aumento dos preços da gasolina nos EUA.

Os preços dos combustíveis na França atingiram níveis recordes, estimulando um intenso debate entre os candidatos presidenciais antes da eleição nacional.

As liberações de reservas de petróleo são normalmente coordenadas pela AIE, que representa 28 países industrializados em política energética.

Mas a chefe da AIE, Maria van der Hoeven, disse em diversas ocasiões que uma liberação coordenada não se justifica, pois não há interrupção de oferta significativa nos mercados mundiais de petróleo. Alemanha e Itália dizem que se opõem.

Van der Hoeven disse no início deste mês que os países podem escolher unilateralmente liberar estoques, em consulta com a agência. A AIE não quis fazer mais comentários nesta quarta-feira.

A agência, sediada em Paris, autorizou apenas três lançamentos coordenados desde que foi fundada em 1974, com o último em junho de 2011, após a perda da produção líbia, durante sua guerra civil.

Agregadas, as interrupções de fornecimento global de petróleo estão operando em mais de um milhão de barris por dia, segundo constatou uma pesquisa da Reuters, ajudando a fornecer uma justificativa caso os EUA, Inglaterra e França decidam liberar reservas estratégicas. Perdas adicionais de oferta são esperadas, uma vez que as sanções sobre o Irã afetam suas exportações da commodity.

"O uso de reservas estratégicas pode ser justificado pois está relacionado à tensão geopolítica", disse uma fonte do gabinete presidencial, citada no jornal Le Monde.

Por volta das 12h55 (horário de Brasília), o contrato maio do petróleo perdia 2,20 dólares, ou 2,05 por cento, cotado a 105,13 dólares o barril. Enquanto isso, o Brent recuava 1,62 dólar, a 123,92 dólares o barril.


Data de Acesso: 16/04
Resenha:

França, EUA e países Britânicos entram em acordo com AIE para liberação de petróleo.


França entra em acordo com outros países e com a Agência internacional de Energia (AIE) para a liberação de petróleo, a fins de rebaixar os preços dos combustíveis. Considerando eles este acordo como liberação estratégica.


As maiores cidades que estão interessadas são Washington, Londres e Paris, estão se organizando em tentativa de fazer com que os preços de combustíveis não sufoquem o crescimento econômico dos seus respectivos países. Sem contar que este ano de 2012 é ano de eleição presidencial na maior potencia mundial, os EUA.


O Ministro de Energia da França, Eric Besson, afirmou que os EUA entraram em contato com a França para tentarem solicitar esta liberação emergencialmente. Afirma Besson também que a França acolheu favoravelmente a procura dos EUA e que juntos poderiam conseguir a liberação em poucas semanas.


Não só a França e os EUA estão interessados nessa liberação, os países Britânicos também entraram na jogada, a Inglaterra e a Grã-Bretanha. Os preços do petróleo estão crescendo velozmente nestes países interessados, não apenas neles, mas no mundo todo. Barack Obama, presidente atual dos EUA que visa a sua reeleição em novembro de 2012 tem preocupações, pois está enfrentando a indignação dos cidadãos americanos sobre o aumento altíssimo do preço do combustível nos EUA. Afirmou a ministra da AIE que o uso de reservas estratégicas pode ser utilizadas e justificadas, pois estão relacionadas a tensão da Geopolítica.

Malone Monteiro – 3ª Ano TA

 

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